Olá!
Meu nome é Grasiela Birck da Silva, tenho 25 anos, sou professora e estudante da Ufrgs.
Esta página será para publicar trabalhos da Interdisciplina de Educação de Pessoas com necessidades especiais, do primeiro semestre de 2009.

DOSSIÊ DE INCLUSÃO
Práticas pedagógicas
Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e seu estudo de caso?
Um aspecto principal da avaliação que o texto destacou e que também percebi em meu estudo de caso é que o processo de conhecimento é encarado como construção ativa da relação entre sujeito e mundo, ou seja a avaliação precisa ser totalmente individual e respeitar as características pessoais da criança.
Quais as contradições em relação ao que foi observado?
Alguns professores ao avaliar não conseguem entender que os aspectos a serem observados no aluno com necessidade especial não podem ser comparados com os que se avalia nos demais alunos.
Quais as práticas pedagógicas inclusivas possíveis de serem efetivadas em sala de aula com o sujeito escolhido por você para o estudo de caso?
Acredito que uma das formas que a escola que o Mateus frenquenta e que podemos considerar uma prática pedagógica inclusiva muito boa a o fato da disciplinas terem bidocência, ou seja, há um professor especializado além do professor titular para acompanhar não só a ele mas também outros colegas que tenham dificuldades. Pena que isso acaba tornando-se muito caro para os municípios.
De que maneira(s) a presença de alunos com NEEs no ensino comum pode contribuir para a facilitação das aprendizagens da turma como um todo?
A presença de crianças com NEEs nas salas de aula pode contribuir e muito na apredizagem da turma. Não falo da aprendizagem de conteúdos mas sim aprender valores como: solidariedade, igualdade, amizade, entre tatnots outros que quem convive com crianças especiais sabe o quanto esta palavra lhes cabe como aracterística principal.
ESTUDO DE CASO
Este aí na foto comigo é o Mateus*.
Ele tem Síndrome de Down e meu estudo de caso será com ele.
1- Nome fictício: Mateus
Idade: 19 anos
Escolaridade: segundo ano do segundo grau
Classe econômica: classe média
Conversando com a mãe do Mateus consegui informações bem interessantes sobre sua vida, conforme os assuntos que nos foram sugeridos como roteiro de um estudo de caso.
Bem, começando pela gestação tudo correu bem, a mãe não teve problemas e começou a sentir as contrações exatamente na madrugada do dia em que havia pré-agendado a cesariana. Ao nascer ele recebeu a nota 9.0 no teste apgar.
Ao vê-lo sua mãe estranhava que sua língua estava sempre para fora mas aguardava uma conversa com o médico.
Recebeu as orientações que seu filho teria síndrome down e como seria sua vida sendo portador desta.
Após essas orientações a família procurou ajuda de especialistas que lhes deram dicas de como conviver com o Mateus.
Ele caminhou aos dois anos e a primeira palavra que falou foi BATOM (tinha 1 ano e 3 meses), bem nítido e possível de ser entendido, assim como todas as palavras que falou depois.
Ao brincar demosntrava-se acomodado, querendo ficar atirado em uma almofada chupando o dedo, mas a família sempre o estimulava para que não ficasse parado e brincasse.
Por volta dos dois anos e meio começou a ir na escola Pingo de Gente, onde ficou até os oito anos. Esta foi a instituição mais adequada segundo o que a família procurava.
Desde pequeno o Mateus teve acompanhamento psicológico, psicopedagógico assim como com um neuro-psiquiatra, que o acompanhou desde seus primeiros dias.
Em seu histórico de doenças, teve bonquiolite seguido de bronco-pneumonia até os 7 anos, o que trouxe preoupações para a família, pois seguido era necessário ir para o hospital devido as pontadas.
Também teve acompanhamento de otorrinolaringologista e fonoaudiologa quando necessário.
Aos oito meses percebeu-se um problema de visão, que foi tratado mas que perdura até hoje.
Sempre alimentou-se super bem, sendo suas comidas preferidas aipim e pão de queijo.
Em sua casa vivem quatro pessoas, o Mateus, seu pai, sua mãe e seu irmão mais velho.
Desde o seu nascimento até os 10 anos teve uma pessoa que cuidava dele para a mãe trabalhar. A partir daí a mãe fica em casa para auxilia-lo.
Seus brinquedos preferidos são carrinhos, os quais identifica com o nome de seus carros preferidos e coloca uma placa para cada um. Suas brincadeiras preferidas são jogar futebol e tomar banho de piscina.
Aos seus 19 anos o Mateus apresenta seus conhecimentos como uma criança que está no segundo ano do ensino fundamental. Envolve-se com facilidade nas atividades porém necessita de muita atenção. Precisa que seja lhe dado orientações constantes sobre o que deve fazer, sendo que isso não atrapalha quando as orientações não são dadas constantemente.
A escola está sempre em contato com a família até mesmo porque essa pede que isso seja feito, conversando sobre seu desenvolvimento, comportamento e progressos. A instituição de ensino oferece acompanhamento no NAEP, núcleo de apoio e ensino psicopedagico assim como bidocência na maioria das disciplinas.
Serviços de atendimento educacional especial
Antes de expor os dados gostaria de citar uma frase do secretário municipal de educação de meu município, Novo Hamburgo:
"A nossa administração compreende a educação como um poderoso instrumento de inclusão social e de formação de cidadãos livres, democráticos e sujeitos de sua própria história, com valores éticos capazes de contribuir para uma sociedade solidária e auto-sustentável. Para tanto, o desafio é superar a defasagem da educação tradicional em relação às grandes transformações contemporâneas."
Prof. Ms. Adelmar Alberto Carabajal
Números exatos de atendimentos não consegui descobrir, mas foi-me informado que a todas as crianças realmente neessitadas é oferecido atendimento especializado dentro dos projetos de inclusão do município, sendo que só não participam aqueles que os pais demonstram pouco interesse em ajudar.
Os atendimentos ocorrem em salas de recursos, distribuidas em no mínimo uma em cada bairro, sendo que em alguns chega a ter três por bairro. Nessas salas as professoras tem formação específica e atendem em média 4 crianças por horário.
Existe também o NAP, Núcleo de Apoio Aprendizagem, Projeto de Eqüoterapia que acontece na zona rural de NH, atendimentos em projetos do Centro Universitário Feevale, como fisioterapia, psicopedagogia, etc.
Não menos importante as crianças com deficiências físicas recebem auxílio indivivual de um estagiário em sala de aula.
Abaixo relaciono os atendimentos realizados pela minha escola que possui duas turmas de cada ano:
Primeiros anos: 4 crianças atendidas, 1 pela oftalmologista, 3 pela psicopeadagoga.
Segundos anos: 5 crianças, 1 faz eqüoterapia, 4 pela psicopedagoga
Terceiros anos: 3 crianças, 1 pela psicóloga, 2 pela psicopedagoga
Quartos anos: 6 crianças, todas atendidas na sala de recursos pela psicopedagoga.
Políticas de inclusão
A escola em que trabalho é composta por 178 alunos, 8 professores de currículo, 3 professores de area, 1 professora de apoio, 1 secretária, diretora, coordenadora e 1 professora de sala de recursos.
As turmas são de 1º ano ao 4º ano do ensino fundamental e tem em média 20 e 27 alunos, sendo que as turmas menores são as que tem crianças de inclusão.
Atualmente temos um menino cadeirante, outro que tem convulções, uma menina com problemas visuais e um menino hiperativo (comprovado por exames). Sem contar aqueles que apresentam deficit de atenção mas que por não ter laudo médico não são considerados inclusão.
As crianças com deficiências e também as que apresentam DA tem atendimento na sala de recursos com uma psicopedagoga, sendo que as que apresentam maiores dificuldades também são atendidas pelo NAP- Núcleo de Apoio Pedagógico do município.
Algumas são encaminhadas para atendimento especializado em fisioterapia, fonoaudiologia, natação, no Centro Universitário Feevale, mas que por ser distante muitos pais acabam não levando.
Crianças da escola que recebem atendimento:(a escola possui duas turmas de cada ano)
Primeiros anos: 4 crianças atendidas, 1 pela oftalmologista, 3 pela psicopeadagoga.
Segundos anos: 5 crianças, 1 faz eqüoterapia, 4 pela psicopedagoga
Terceiros anos: 3 crianças, 1 pela psicóloga, 2 pela psicopedagoga
Quartos anos: 6 crianças, todas atendidas na sala de recursos pela psicopedagoga
Tendo em vista o que lemos nos textos propostos ainda vejo uma barreira nas mudanças estruturais e culturais da escola para a efetiva inclusão. Uma coisa é ter inclusões na escola, outra é incluir.
A LDBN/96 cita que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender as necessidades, porém o que vemos acontecer frequentemente são alunos inclusivos "depositados" nas salas de aula, sob a responsabilidade de um professo que tem mais 20 para atender e que muitas vezes não tem nenhuma formação para atendê-lo. O sistemas de ensino devem fazer muitas coisas, mas até que ponto estão preparados?
17/04
Continuando...
Falando em aprendizagem, como ele é tudo muito demorado e ao mesmo tempo construtivo.
Não é através de uma aula que ele aprendeu que deveria colocar ponto final ao terminar uma frase, demorou quase um ano.
O processo de escrita e leitura ele aprendeu na escola, porém um pouco diferente. Para Mateus não existe P e B e sim P fraco (B) e P forte (P). Isso acontece também com as letras T e D.
No início suas palavras eram incompletas (pré-silábico) e depois foi se aprimorando. As vezes ainda esquece.
Não conseguia formar frases, nem contar histórias.
Hoje estou muito satisfeita com seus avanços. Consegue ler letras maíusculas e minúsclas, forma frases bem concretas e na maioria de suas avaliações da escola a única reclamação é não saber usar a pontuação.
Daí me pergunto: se as pessoas ditas 'normais' chegam ao mestrado sem usar a pontuação corretamente até que ponto é necessário que um portador de síndrome de down utlize uma vírgula.
Primeiras palavras...
Posso dizer que fico bem feliz em poder relatar minha experiência em inclusão.
Esta não acontece dentro da escola mas fora dela, porém não deixa de estar ligada a educação.
Na casa ao lado da minha mora uma família que tem um componente com síndrome de down.
Como moro no mesmo lugar desde que nasci convivo com ele desde que nasceu, mas principalmente depois que me formei no magistério e comecei a trabalhar mais efetivamente com ele na questão da alfabetização.
O Mateus* tem 19 anos e estuda no primeiro ano do segundo grau em uma escola particular, pois foi a alternativa que a mãe encontrou após frustradas tentativas na rede municipal.
Meu trabalho semanal com ele ocorre em dois dias e com a duração de uma hora por noite.
Faço com ele atividades de reforço nas areas de português e matemática, sendo que no nível em que se encontra pode-se considerar como ativiades de terceiro ano (segunda série).
Não a pedido da escola mas por inciativa da própria mãe, que sempre procurou o melhor para ele, me pediu para ajudá-lo, vendo que tinha necessidade da repetitividade para seu melhor desempenho escolar.
Eu não hesitei e já fazem três anos que trabalho com ele. Trabalho talvez não seria a melhor palavra, pois além de ajudá-lo também aprendo com ele. E seu maior ensinamento é: ser feliz e ter paciência.
Comments (9)
Gi said
at 4:34 pm on Apr 19, 2009
Olá Grasiela B... Você descreve bem sua experiência com a área, procuraste articular sua opinião, comentários e problematizações apresentando uma descrição clara do processo educativo que vivencias demonstrando uma reflexão ampla, articulada e enriquecida. A inclusão do aluno especial é um desafio. Essa é uma proposta ousada porque o grande entrave é justamente a formação dos professores, já que eles não estão sendo preparados para trabalhar com esse processo, para enfrentar os desafios e lidar com as diferenças dentro das salas de aula. Na perspectiva da Educação inclusiva, temos de enfrentar a realidade de que cada um de nós é diferente e que ainda existem alunos ainda mais diferentes, que são aqueles com necessidades educacionais especiais. Por isso precisamos nos preparar, aprender, trabalhar com redes de apoio, discutir como está esse trabalho. É chegada à hora da metamorfose educacional, onde os conflitos e resistências sejam superados e, que se perceba a dimensão de saberes que a diversidade tem a oferecer. Este é o grande desafio da inclusão.
Gi said
at 4:35 pm on Apr 19, 2009
A educação é o alicerce para o desenvolvimento de qualquer cidadão, e que incluir um aluno com necessidades educacionais especiais e garantir a possibilidade de seu crescimento, só será possível quando tivermos professores e comunidade envolvidos e realmente comprometidos com a educação. Deixar o aluno em sala regular e não atender o que realmente ele necessita, não é inclusão. A caminhada é longa, mas é preciso lutar para que se garantam a todos as mesmas oportunidades para estudar, para trabalhar, para ter lazer, praticar esportes, enfim, para ter acesso a todos os bens produzidos socialmente. Para isso, é necessário que haja por parte da escola, preparação para a Inclusão, ou seja, a flexibilização do currículo por intermédio das adaptações e novas práticas, para que através das aprendizagens, o indivíduo alcance um real desenvolvimento integral.
Gi said
at 4:35 pm on Apr 19, 2009
Segundo Hilde Cristina:
"A escola deve ser vista como um lugar em contínua transformação, onde o professor precisa aprender a trabalhar com a singularidade e a diversidade."
Em relação as políticas de inclusão,temos documentos diferenciados, tanto os que tem ação normativa, com força de lei(CF/1988, LDBEN.9394 de 1996, Resolução CNE/CEB 02/2001),quanto o último e mais recente que é um documento orientador(Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva de 2008).
São documentos que defendem a Ed. Especial como uma proposta pedagógica que assegura recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços
educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o
desenvolvimento das potencialidades dos educandos. Sendo que os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva.”
No entanto,as escolas ainda continuam, na sua grande generalidade, sem recursos materiais e humanos para poderem implementar a inclusão, tal como é defendida! Acredito que deveríamos cobrar de todos aqueles que têm responsabilidade na ação política, que novos elementos sejam apresentados para uma reflexão mais crítica sobre a inclusão e os aspectos que devem ser contemplados para promovê-la. Implicando assim, na transformação do modo de se conceber a educação como um todo, a fim de que as escolas possam receber todos os alunos, quaisquer que sejam suas especificidades. Qualquer dúvida entre em contato. Abraços, Gi
Gi said
at 6:22 pm on May 15, 2009
Olá Grasi… Teu relato referente à PARTE A da unidade 3, está pouco aprofundado e atende em partes ao que foi solicitado, já que não colocas quantos alunos de cada modalidade da educação básica são atendidos neste serviço em seu município (creches, pré-escolas, ensino fundamental). Dados estes, que segundo relatas, não conseguistes precisar. Abordando assim, de maneira geral seu funcionamento. Porém o objetivo desta primeira parte seria realmente a quantidade de atendimentos, já que estamos falando de mapeamento. Desta forma, em virtude de termos um tempo demasiadamente curto, solicito que complemente tal mapeamento destes atendimentos dentro da TUA escola (em todas as etapas).
Exemplo:
Pré-escola:
Atende 5 cças:
* 2 recebem atendimento de fono,
* 1 de psicopedagoga
* 1 de psicóloga
* 1 de psiquiatra
Primeiro Ano:
Atende 3 alunos:
* 2 recebem atendimento de psicólogo
* 1 de pedagoga
É sabido que algumas alunas já trouxeram informações nessa direção na unidade anterior, porém mais relacionados à sua classe. Agora gostaria que fosse ampliado para toda escola.
Solicito também que não retire as informações citadas anteriormente, já que são dados importantes e que revelam a realidade em que atuas, apenas complemente-as.
Sobre o ESTUDO DE CASO, teus registros também estão muito genéricos, identificando apenas alguns dados mínimos. Nesta parte da atividade a proposta é identificar um aluno a ser delimitado como sujeito do estudo de caso, ou seja, traçar um perfil deste aluno através de registros detalhados, precisos e fidedignos.
Para isso, elencamos algumas questões com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento deste estudo de caso.
Gi said
at 6:22 pm on May 15, 2009
1. Dados de Identificação (nome do aluno fictício, idade, classe econômica e social).
2.Informações sobre a gestação e primeiros anos de vida do aluno.
3.Questões orgânicas: doenças, tratamentos médicos e especializados, alimentação, doenças e condições de saúde em geral.
4. N° de pessoas e grau de parentesco das pessoas que compõem a família, quem cuida do aluno no dia a dia, quais são seus brinquedos e brincadeiras preferidas.
5. Questões de aprendizagem em sala de aula: tempo de concentração, grau de envolvimento com as atividades, grau de autonomia e independência na realização das atividades propostas em sala de aula.
6. Encaminhamentos realizados na Escola : entrevistas e combinações com as famílias, encaminhamento à atendimentos médicos e especializados, etc.
7. Intervenções pedagógicas: Aqui a intenção é ir refletindo sobre práticas pedagógicas. Não é pra aplicar. Escrever um parágrafo onde seja feito um relato sobre como facilitar a aprendizagem de alunos com NEEs a partir da existência dos serviços de apoio especializado. Procure escrever sobre esta questão, pois se observou em alguns dossiês a falta de abordagem da mesma.
É importante que se invista na construção deste dossiê, pois a diversidade de informações aqui relatadas, contribuirá para as próximas reflexões, a serem elaboradas nas unidades seguintes. As complementações poderão ser feitas até 22/05. Qualquer dúvida entre em contato. Abs, Gi
Gi said
at 4:04 pm on May 19, 2009
Oi Grasi... Teus registros referentes ao ESTUDO DE CASO, estão bem detalhados, evidenciando clareza na exposição de idéias, demonstrando o teu envolvimento com a temática abordada na interdisciplina. Conseguiste traçar um perfil do aluno escolhido para ser teu sujeito neste estudo de caso. Continues assim, investindo na construção deste dossiê, pois acredito que a diversidade de informações aqui relatadas, contribuirá para as próximas reflexões, a serem elaboradas nas unidades seguintes. Aguardo ainda suas complementações a cerca da PARTE A desta mesma unidade. Qualquer dúvida entre em contato. Abs, Gi
Gi said
at 2:29 pm on May 20, 2009
Olá Grasi...A complementação do teu relato referente a PARTE A, contempla as solicitações propostas nesta unidade. Qualquer dúvida entre em contato. Abs ,Gi
Gi said
at 3:50 pm on Jul 3, 2009
Grasi... Com certeza as práticas pedagógicas inclusivas devem basear-se num trabalho multidisciplinar, procurando proporcionar o pleno desenvolvimento das potencialidades sensoriais, afetivas e intelectuais do aluno, mediante um projeto pedagógico que contempla os princípios da escola inclusiva, a fim de que se possa abranger toda a turma de tal forma que nenhum aluno seja discriminado. O sentido especial da educação consiste no amor e no respeito ao outro, na busca para melhor favorecer o crescimento e desenvolvimento do outro. Teus relatos contemplam os objetivos desta unidade! Abs,Gi
“Atualmente, o pensamento educacional tem apontado para a direção da elaboração de um currículo especial para cada escola, no sentido de que cada uma configura uma realidade específica, determinada pela combinação dos fatores internos e externos que atuam na sua organização e funcionamento. Tal currículo deve ser especial, no sentido de que deve ser elaborado para atender às necessidades únicas de cada escola do sistema de ensino, em função das reais necessidades de seus alunos, e não para atender categorias ou tipos idealizados dos alunos. À medida que essa idéia for, sendo concretizada, é possível que as diferenças entre educação comum e educação especial irão também diminuindo. Em nessa tendência, poder-se-á chegar ao ponto em que o que há de especial na educação especial e, conseqüentemente, no currículo especial se converta em um dos elementos de uma ação sócio-educacional global, que assegure na medida necessária, interesse por cada membro da comunidade, seja qual for sua condição e o tipo de auxílio que necessite (Gentili 2001: 43)”.
Fico aguardando teus relatos referentes à Unidade 7, certo? Abs,Gi
Gi said
at 2:05 pm on Jul 7, 2009
Grasi.. Teus relatos contemplam os objetivos propostos para este eixo!
Para refletir:
“Certamente, um professor que engendra e participa da caminhada do saber "com"seus alunos consegue entender melhor as dificuldades e as possibilidades de cada um e provocar a construção do conhecimento com maior adequação (MANTOAN, 2003, p. 77).”
Um abraço, bom final de semestre e até o próximo! Gi
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